segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

ATENDIMENTO AO CLIENTE - Revisão

Começo essa revisão fazendo referência ao humor do Fábio Porchat. Atendimento ao cliente, no caso, significa testar os limites da paciência, de preferência com algo levado ao extremo. Mas por que muitas vezes lidar com o cliente acaba se tornando algo tão difícil e complicado?
"O cliente tem sempre a razão". Já ouvimos essa frase da boca de muitos empreendedores e empresas que buscam uma compreensão melhor dos clientes e de um atendimento satisfatório.
Lidar com empresas telefônicas, por exemplo, é extremamente estressante. Que o diga o Fábio Porchat, ao tentar num de seus vídeos cancelar sua linha telefônica, claro que com uns pinguinhos daquele humor brasileiro, né?
Mas hoje em dia o que realmente acaba tornando difícil a convivência com os clientes são as próprias pessoas que lidam com o atendimento.
Por quê? Como?
Um dos problemas é que muitas empresas se empenham em buscar fórmulas para melhorar alguns setores específicos da sua produção, na esperança de melhorar o desempenho da empresa como um todo, mas nesse processo acabam se esquecendo dos clientes.
É claro que as organizações precisam estar em ordem e apresentáveis, mas toda empresa em si só existe e se matem em pé por causa da existência dos clientes.
Mas o que fazer com os clientes sem respeito e insuportáveis?
Aqui podemos entrar no assunto discutido na aula passada: ÉTICA. Mas onde entra a Ética no atendimento aos clientes?
Respeito, atenção, carinho, responsabilidade, dignidade, humildade.... lembram-se?
Mesmo que alguma pessoa esteja faltando com respeito, você ainda pode fazer a diferença e não responder na mesma moeda.
Precisamos valorizar os clientes. Por mais que sejam chatos, com um bom atendimento podemos fidelizá-los, além de criar vetores de propaganda positiva para a empresa; o que, no fim das contas, é a alma do negócio.

DÊ AOS OUTROS O ATENDIMENTO QUE GOSTARIAS DE RECEBER...
...SEJA UM CLIENTE QUE VOCÊ GOSTARIA E TERIA PRAZER EM ATENDER.

Essa é a regra que devemos observar no relacionamento comercial.

Sem mais!

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